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Meta substitui checagem de fatos por notas da comunidade

Depois da eleição da primeira eleição de Trump, em 2016, a mídia tradicional escreveu sem parar sobre como fake news eram uma ameaça para a democracia. Tentamos de boa-fé a endereçar essas preocupações, sem nos tornamos árbitros da verdade. Mas os checadores de fatos são muito enviesados politicamente e destruíram mais a confiança [das pessoas] do que a criaram, especialmente nos EUA
Mark Zuckerberg, em comunicado

Mudança tem como objetivo “reduzir erros”. Zuckerberg diz que a Meta quer simplificar políticas de conteúdo e “restaurar a liberdade de expressão nas plataformas”. O executivo cita que a rede conta com sistemas complexos de moderação e que eventualmente errava, censurando milhões de pessoas.

Criamos vários sistemas complexos de moderação, mas o problema é que eles cometem erros. Mesmo se eles acidentalmente censurem apenas 1% das publicações, isso significa milhões de pessoas, e chegamos a um ponto onde há muitos erros e muita censura
Mark Zuckerberg

Mudanças em políticas de conteúdo

Imigração e gênero são temas que terão moderação mais leve. Em comunicado, a Meta informa que “não é certo que alguns assuntos possam ser ditos na TV ou em debates do Congresso, mas não em nossas plataformas”.

Foco em moderação de conteúdo será em temas que a rede considera sérios, como terrorismo, drogas, golpes e exploração sexual. Para temas menos graves, a empresa vai contar com a denúncia de usuários das plataformas.



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