Ela se transformou na agência do digital —e com isso ela se converte automaticamente na mais midiática das agências reguladoras.
Seja fiscalizando as plataformas que as pessoas usam todos os dias, editando normas sobre crianças nas redes, tema que sempre desperta atenção, seja cuidando dos dados pessoais em um país repleto de notícias sobre vazamentos, não é difícil entender como vai ser difícil tirar a ANPD do noticiário.
Por outro lado, o ano eleitoral cria o contexto perfeito para se levantar dúvidas sobre como a agência vai atuar.
Não tem como evitar, já que efetivamente teremos uma agência de olho no conteúdo que circula nas redes.
Aqui vale perceber que o debate sobre captura do regulador, seja pelo governo, seja pelas empresas reguladas, acompanha a história das agências.
Ter orçamento próprio, diretores independentes e outras travas são mecanismos que existem para reduzir ou eliminar esses temores, mas tudo vai depender da prática.











Deixe um comentário