Em particular, a empresa estabelecerá um pacote especial de bônus, equivalente a 10,5% dos resultados da principal divisão de semicondutores, sem limite máximo de pagamento, mas condicionado ao cumprimento de metas anuais ambiciosas de lucro operacional.
O acordo de princípio ainda precisa ser ratificado pelos funcionários sindicalizados, com uma votação que começará no sábado e prosseguirá até 28 de maio.
Porém, um influente grupo de acionistas denominado “Korea Shareholder Action Headquarters” afirmou nesta quinta-feira que algumas medidas do acordo preliminar eram ilegais, durante uma manifestação perto da residência do presidente executivo da Samsung Electronics, Lee Jae-yong.
O grupo alega que as negociações sobre os “bônus vinculados ao lucro operacional não foram objeto de uma resolução na assembleia geral de acionistas” e carecem de “validade jurídica”, segundo a legislação sul-coreana.
Se a Samsung Electronics e os sindicatos ratificarem o acordo “contornando” os procedimentos exigidos, o grupo alerta que recorrerá “a todos os meios legais ao seu alcance para bloquear qualquer liberação de fundos”.
Os chips de memória da Samsung estão em todos os tipos de dispositivos, de produtos eletrônicos de alto consumo até processadores de computador, e seus modelos de última geração são utilizados para ampliar os centros de dados de inteligência artificial.









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