No início de fevereiro, investigadores revistaram os escritórios da X em Paris. A plataforma, que negou qualquer irregularidade, qualificou as buscas como atos “políticos” e “abusivos”.
Na ocasião, o Ministério Público de Paris anunciou que chamaria Musk para um depoimento voluntário, assim como a ex-diretora-geral Linda Yaccarino, como “administradores” da X à época dos fatos.
A promotora de Paris, Laure Beccuau, informou que funcionários da X também foram chamados a comparecer entre os dias 20 e 24 de abril “como testemunhas”.
A eventual ausência de Musk e de Yaccarino “não representa um obstáculo para a continuação das investigações”, esclareceu no sábado o Ministério Público.
As autoridades não ofereceram nenhum detalhe sobre o local nem o horário dos seus depoimentos.
Musk recebeu nesta segunda-feira o apoio do cofundador do Telegram, Pavel Durov, também investigado pela Justiça francesa por atividades ilegais na sua plataforma.











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