Em abril, a Paramount também solicitou à Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC) a aprovação de investimentos estrangeiros que respaldam a aquisição. Senadores dos EUA manifestaram preocupações quanto à participação de fundos soberanos do Oriente Médio e de empresas chinesas. A FCC ainda não anunciou uma decisão.
Analistas esperavam que o DOJ não contestasse o acordo devido às conexões políticas da Paramount. O pai do presidente-executivo da Paramount, David Ellison, o bilionário cofundador da Oracle, Larry Ellison, cultivou laços com o presidente Donald Trump, e a empresa contratou ex-funcionários de Trump.
A Paramount argumenta que o negócio não apresenta problemas antitruste e afirma que a empresa resultante da fusão aumentará pressão competitiva sobre Disney e Netflix.
No entanto, vários profissionais de Hollywood — incluindo atores, diretores, roteiristas e produtores — expressaram preocupação de que a fusão resultará em menos empregos e menor diversidade nas narrativas.
Califórnia, Nova York e outros estados dos EUA estão preparando uma ação judicial para bloquear o negócio, disseram fontes familiarizadas com o assunto à Reuters na semana passada.
(Por Ismail Shakil, Daphne Psaledakis e Jody Godoy)












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