Um marinheiro e sua gata, Dahlia, foram resgatados, na terça-feira, pelo Carnival Legend, um navio de cruzeiro. A embarcação, que transporta milhares de pessoas, avistou um barco entre as ondas do mar após partir do Texas, nos Estados Unidos, com destino a Cozumel, no México.
Segundo publicações internacionais, tudo aconteceu na noite de terça-feira, 14 de abril, quando uma embarcação que emitia sinais de socorro foi identificada.
Nas imagens, é possível ver que o barco estava “no meio do nada”, cercado pelas ondas. “Surreal”, disse uma das pessoas que registrou o momento do resgate.
@carnival #stitch with @LivingmyLoyLife original sound – carnival
“Nunca experienciamos nada assim”, explicou à Fox 26 Alan Loy, uma das pessoas que captou as imagens do barco.
“Estar no meio do oceano, olhar para o horizonte e ver um holofote iluminando um veleiro sendo sacudido pelas ondas”, descreveu, acrescentando que rapidamente ficou claro que o marinheiro estava “em apuros”, com o barco “balançando muito”.
Em comunicado enviado à revista People, um porta-voz da Carnival, empresa responsável pelo cruzeiro, explicou que “a tripulação avistou os sinais de emergência do veleiro e lançou um bote de resgate, trazendo o homem e sua gata, Dahlia, em segurança a bordo”. O marinheiro não foi identificado, mas, segundo a empresa, está recebendo atendimento médico.
De acordo com a revista People, que consultou o CruiseMapper, o cruzeiro partiu de Galveston na segunda-feira, 13 de abril, para uma viagem de dez dias. O navio deve retornar ao mesmo local em 23 de abril, após paradas em Cozumel, Belize, Roatán (Honduras), Montego Bay (Jamaica) e Ilhas Cayman.
O navio, que pesa 88.500 toneladas, pode acomodar até 2.134 passageiros e 930 tripulantes. Ele realizou sua primeira viagem em 2002 e atualmente opera cruzeiros para o Alasca, Bahamas, Caribe, Europa, Havaí, México, Canal do Panamá e travessias transatlânticas.
Vale destacar que a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar determina que os navios devem “prestar assistência a qualquer pessoa encontrada no mar em perigo”, a menos que isso represente “grave risco para a embarcação”. A regra se aplica a qualquer pessoa em perigo e estabelece que o resgate seja realizado “com a maior rapidez possível”.
Veja as imagens na galeria acima.
Leia Também: Ormuz? Irã “tentou ser espertinho”, mas não pode “chantagear” os EUA











Deixe um comentário