As marcas gastam fortunas em publicidade construída para capturar atenção humana, o que o agente simplesmente descarta. Ao mesmo tempo, o carimbo da plataforma influencia diretamente a escolha do modelo.
Então, quem acumula poder nesse rearranjo não é a marca, mas a plataforma que controla o selo.
E tem mais. Em 71% dos casos, os agentes falharam em identificar o produto mais bem avaliado. Ou seja, o agente de IA simplesmente não liga tanto assim para as nossas opiniões.
Outro fato relevante é que o viés de posição, a escolha dos primeiros produtos, persistiu mesmo quando os pesquisadores pediram explicitamente ao agente para que ignorasse isso.
O estudo traz um caso que ilustra bem a estranheza desse novo mercado e como ele se torna volátil para influenciar comportamentos. Um produto que tinha 0% de escolha aumentou seu market share para 89% com uma simples mudança de título.
Nenhuma mudança no produto, no preço, nas avaliações, na foto. Só no texto. Algo parecido também acontece com o humano, mas agora os algoritmos também entram para otimizar o próprio processo.













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