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YouTube acumula canais com conteúdo misógino

Além disso, 20 canais mudaram de nome, mas alguns deles continuam produzindo conteúdo misógino mesmo sob a nova alcunha.

O NetLab também destaca que além de continuarem em atividade, esses espaços ganharam novos seguidores. A quantidade de pessoas inscritas nos 123 canais que restaram aumentou 18,5%, desde abril de 2024, com o incremento de mais de 3,6 milhões de novas assinaturas.

Os vídeos também rendem dinheiro para os criadores. Considerando a primeira amostra, coletada em 2024, cerca de 80% tinham alguma estratégia de monetização, seja as formas oferecidas pela plataforma, como anúncios e programa de membros, ou alternativas, como vendas de e-book ou transferências via pix.

Para a pesquisadora do Net Lab, Luciane Belín, isso mostra como a misoginia se tornou um nicho de negócio.

“Não é só a opinião deles, mas também é uma oportunidade de ganhar dinheiro, pautada na humilhação, inferiorização, na subjugação de mulheres,” explicou.

Luciane explica que o grupo criou um protocolo para identificar diversos tipos de discurso misógino.



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