A rede multiórbita IRIS2 da União Europeia, composta por 290 satélites e criada em resposta ao Starlink, estará entre as empresas europeias que receberão espectro, disseram as fontes.
Empresas britânicas e norueguesas também podem concorrer a uma licença, disseram as fontes.
Os detalhes da proposta, que deve ser anunciada na quarta-feira, ainda podem sofrer alterações em uma reunião dos comissários no mesmo dia, disse uma das fontes.
A pessoa disse que a insistência de um comissário em reservar todo o espectro exclusivamente para empresas europeias o colocou em desacordo com a chefe de tecnologia da UE, Henna Virkkunen, que não quer excluir nenhuma empresa. A pessoa disse que Virkkunen provavelmente venceria a discussão.
Questionado na terça-feira, o porta-voz da Comissão, Thomas Regnier, afirmou que a conectividade via satélite em toda a UE é “sinônimo de resiliência, segurança e capacidade”, dado o atual contexto geopolítico.
“A conectividade via satélite é uma peça fundamental da nossa soberania tecnológica, da nossa segurança e da nossa defesa, como também evidenciado pelo IRIS2”, afirmou.












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