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Em meio à IA, Altman acha que jornalismo deve ser valorizado. Apesar de não comentar sobre os processos de empresas jornalísticas (como a Folha de S. Paulo e The New York Times) contra a companhia — acusada de treinar seus modelos com conteúdos jornalísticos —, ele acredita que “em um mundo com uma tonelada de conteúdo gerado por IA”, o valor do jornalista deveria aumentar. Para ele, a conexão e o julgamento humano da profissão são diferenciais.

Humanos são imbatíveis, mas tecnologia pode ser opção acessível para o mercado de saúde. Altman diz que o profissional humano “é obviamente melhor que chatbot”, mas que “nem todo mundo pode pagar um”. Nesses casos, diz, a IA “talvez seja muito melhor que nada”, ainda mais em regiões pobres.

Mercado do Brasil é um dos que mais cresce

OpenAI está montando escritório no Brasil. O executivo diz que mais de 50 milhões de brasileiros utilizam o ChatGPT, e que o mercado local é um dos que mais cresce no mundo.

Há muitas coisas que o Brasil precisa acertar para ser uma potência de IA, mas que tem o ingrediente mais decisivo: uma tonelada de pessoas que a usam
Sam Altman, CEO da OpenAI



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