Dinheiro ainda é tratado como assunto separado do amor. De acordo com o levantamento, 44% dos usuários dizem que amor e finanças não devem se misturar, mantendo a divisão entre vida afetiva e vida financeira.
Custos da vida influenciam até decisões de morar junto. Em outro recorte da pesquisa, feito na França, 54% dos entrevistados dizem considerar dividir a casa mais cedo por razões financeiras, e 29% apontam a moradia como uma das principais despesas da vida de solteiro.
Mudança de prioridades por geração
A Geração Z adota uma postura mais pragmática antes de firmar um compromisso. Pelo menos 34% dos mais jovens dizem priorizar a estabilidade financeira antes de entrar em um relacionamento sério.
Pessoas mais velhas focam na relação em si. Entre os maiores de 35 anos, 89% dizem buscar a pessoa certa, enquanto apenas 7% colocam a estabilidade financeira como prioridade principal.
Ainda assim, o amor continua central. Apesar das pressões econômicas, 64% dos brasileiros veem o amor como um elemento fundamental da vida, acreditando que ele contribui para o sucesso pessoal e profissional.












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