Busca na web dentro do ChatGPT deve ser usada para levar o usuário a fontes verificáveis. A empresa afirma que vai continuar ajustando como a pesquisa online aparece nas respostas, com links para que as pessoas consultem informações oficiais e resultados das eleições.
Imagens geradas por IA é outra frente para reduzir o impacto de deepfakes em ano eleitoral. A OpenAI diz que firmou parceria para aplicar a marca d’água digital SynthID em imagens geradas via ChatGPT, em complemento ao padrão C2PA (Coalition for Content Provenance and Authenticity), que usa metadados e assinaturas criptográficas. Dessa forma, será possível verificar se uma imagem foi alterada com inteligência artificial ou não.
Ferramenta pública de verificação de imagens está em desenvolvimento. A OpenAI afirma que pretende disponibilizar um site para checar se uma imagem vista fora das plataformas tem marca d’água SynthID originada em ferramentas da companhia e para exibir metadados C2PA (consórcio que desenvolveu um “carimbo digital invisível”, presente em conteúdos criados com IA) quando eles estiverem presentes.
Mensagens de campanha em escala seguem vetadas. A OpenAI afirma que não permite criar ou distribuir propaganda política em grande volume a favor ou contra candidatos e partidos, mas diz autorizar usos como rascunho de documentos internos, planejamento, tradução, tarefas administrativas e trabalho com supervisão humana.
Anúncios políticos não serão aceitos na plataforma neste ciclo, de acordo com a OpenAI. A empresa diz que não vai permitir que anunciantes rodem propaganda política em seus serviços durante esta temporada eleitoral.
Monitoramento de viés político é citado como parte do esforço para manter respostas neutras. A OpenAI afirma que o ChatGPT é projetado para ser objetivo por padrão e que usa avaliações específicas para testar como os modelos respondem a temas políticos, com o objetivo de evitar respostas que manipulem usuários ou escondam pontos de vista relevantes.













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