Mundo

Médicos britânicos pressionam por restrições ao acesso de crianças às redes

De 132 médicos entrevistados, mais da metade relatou ver ao menos um caso por semana de dano à saúde que poderia estar relacionado ao uso de tecnologia e dispositivos digitais. Mais de um terço afirmou observar evidências de prejuízos várias vezes por semana.

Os danos variam de lesões físicas, por exemplo causadas pela reprodução de atos de pornografia extrema, a impactos na saúde mental, como traumas decorrentes da exposição à violência online.

Proibição em debate

O Reino Unido consulta a sociedade sobre potenciais restrições ao acesso de crianças às redes sociais, tal como têm adotado ou discutido outros países. Sobre a mesa estão uma proibição de uso para menores de 16 anos, toques de recolher digitais, limites de tempo em aplicativos e limitações sobre recursos de design considerados viciantes.

A Austrália se tornou no ano passado o primeiro país a proibir o uso de redes sociais por crianças menores de 16 anos, e governos europeus avaliam medidas semelhantes.

A lei britânica de segurança online já exige que empresas de redes sociais adotem medidas para proteger crianças de conteúdos ilegais e prejudiciais. Mas o governo sinaliza que pretende ir além.



Fonte

Deixe um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Artigos relacionados

Mundo

Novo tipo de magnetismo dá impulso definitivo à computação magnética

Substituir a eletrônica convencional por componentes magnéticos promete diminuir o consumo de...

Mundo

CEO da OpenAI diz ser improvável que IA leve a ‘apocalipse do emprego’

“Estou muito feliz por estar errado sobre isso; achava que, a esta...

Mundo

Hidrogênio poderá ser coletado por mineração, com custo mínimo

A descoberta de hidrogênio branco em rochas com bilhões de anos de...

Mundo

Startup brasileira usa brecha de big techs e cria detector de deepfake

Detectar que um vídeo ou uma imagem foi feita com IA é...