Com a Copa do Mundo de 2026 se aproximando, muita gente já começa a imaginar a experiência de assistir aos jogos em uma TV nova. Mas surge uma dúvida comum: por que modelos do mesmo tamanho podem ter preços tão diferentes? Siglas como 4K, OLED, QLED e Mini LED aparecem por todos os lados — e nem sempre fica claro o que realmente muda na prática. Será que vale investir mais? Ou dá para economizar sem abrir mão da qualidade?
Para ajudar a responder a essas questões e evitar gastar mais do que o necessário, o Guia de Compras do UOL conversou com o professor Marcelo Zuffo, doutor em Engenharia Elétrica pela USP (Universidade de São Paulo), que explicou os principais critérios para escolher um televisor.
Resolução ainda é o ponto de partida
O que significa HD, Full HD e 4K? Entender essa sopa de letrinhas é um das primeiras ações. São tecnologias ligadas diretamente à qualidade da imagem. As siglas acima indicam a quantidade de pixels — os pequenos pontos que formam a imagem. Quanto maior o número, maior será o nível de nitidez e detalhamento.









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