O Claude trouxe uma nova perspectiva desde o fim do ano passado, do ponto de vista de criação de coisas: prototipar um aplicativo, gerar código, fazer apresentações. Só que ele tem um custo absurdo. O Claude consome os tokens muito rápido e, se você está usando API, vem uma conta no fim do mês, um boletão que fica difícil de pagar. Então, o que muitos desenvolvedores começaram a olhar é para outros modelos. A China tem um catálogo muito grande, mas um modelo que está se sobressaindo é o Kimi.
Diogo Cortiz
A Moonshot fez avanços não só nas capacidades do modelo, mas também nas ferramentas acopladas à IA para tarefas específicas, chamadas no jargão técnico de “arreios” ou “harness”.
Enquanto o Kimi aparece mais na camada empresarial, o uso popular na China passa por outro nome: o Doubao, criado pela ByteDance, dona do TikTok e do Douyin (a versão chinesa do app).
Eu acabei de voltar da China, e as pessoas usam o Doubao para tudo, para resolver todos os perrengues delas, tirar dúvida, gerar conteúdo, criar imagem. Doubao é a saída, até porque ele está integrado nesses super apps, e o TikTok chinês é um deles.
Diogo Cortiz
A ByteDance já mira o mercado fora da China com uma versão internacional, o Dola. O aplicativo antes chamado de “Cici” já ganhou campanhas, com foco especial na Europa.
Na parte final do episódio, Helton comenta que ainda não houve um “momento Kimi” ou um “momento Dola” no Brasil, o que pode mudar se esses modelos irem além da China, algo que não está no horizonte.












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