Pedir Uber. “Muito em breve”, segundo a Amazon, a Alexa também poderá pedir nossas viagens de Uber. Vimos até uma demonstração (no vídeo acima) e funcionou bem.
Nos próximos meses, deve ganhar integração com a Gol, para passagens aéreas, ClickBus, para viagens de ônibus, Fever, para ingressos de eventos, e Porto Seguro, para serviços residenciais.
Tem memória. A Alexa guarda as informações que compartilhamos com ela, seja o time para o qual torcemos, preferências alimentares dos nossos amigos, onde nossos familiares moram e tudo mais. Assim, as interações são mais personalizadas e os pedidos mais assertivos. Por exemplo, “Alexa, hoje fulano vem jantar aqui, que receita devo fazer?”, e ela já vai procurar algo que agrade aos dois.
Enxerga. Os dispositivos Echo Show, com tela e câmera, podem reconhecer pessoas, objetos e interpretar contextos. Isso pode ser realmente útil para dar mais autonomia para pessoas com deficiência visual, e também nos ajudar em tarefas cotidianas, como achar um produto para comprar ou pedir uma opinião sobre um look.
Muito mais inteligente. Essa não é uma simples atualização da Alexa original, foi algo feito do zero. Com uma arquitetura agnóstica, ela se conecta a diversos modelos de linguagem (LLMs). Hoje são mais de 70, incluindo o Amazon Nova —e outros podem ser incorporados conforme surgirem, tornando a assistente progressivamente melhor.
Para cada tarefa, a Alexa+ decide qual modelo usar: para ligar a luz, basta um modelo pequeno, que vai ser ágil; para um roteiro de viagem, precisa de algo mais sofisticado, que terá um tempo de resposta maior.












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