“A administração enfrenta agora um duplo desafio: garantir a aprovação (regulatória) para o negócio e provar que pode criar valor de longo prazo sem alimentar as preocupações com relação à remuneração excessiva”, disse Paolo Pescatore, analista da PP Foresight.
Com a aprovação dos acionistas garantida, as atenções agora se voltam para as autoridades regulatórias, e espera-se que tanto Washington quanto Londres examinem o impacto do negócio sobre a concorrência.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos enviou intimações no final de março, buscando informações sobre como a operação afetará produção dos estúdios, direitos de conteúdo, concorrência de streaming e os cinemas.
“A verdadeira pressão regulatória está no exterior, onde as autoridades europeias se concentrarão no impacto estrutural sobre o mercado”, disse o diretor da empresa de pesquisa de mercado Forrester, Mike Proulx.
A Paramount venceu uma guerra de lances pela Warner Bros que durou meses com a Netflix, uma vitória que consolida o presidente-executivo da companhia, David Ellison, como uma força poderosa no cenário de entretenimento global.
O negócio enfrenta oposição de atores, cineastas e grupos de cinema, que argumentam que ele elimina um grande estúdio e reduz oportunidades criativas.













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