Em fevereiro, a OpenAI foi ameaçada de intervenção pelo governo canadense, após a revelação de que uma pessoa que realizou um massacre em uma escola havia sido banida da plataforma sem que as autoridades fossem informadas.
A ThroughLine, uma startup contratada nos últimos anos pela OpenAI, proprietária do ChatGPT, bem como por suas concorrentes Anthropic e Google, busca redirecionar usuários para apoio em situações de crise.
Isso ocorre quando há sinalização de que eles estão em risco de automutilação, violência doméstica ou transtorno alimentar. A empresa também está explorando maneiras de ampliar sua oferta, para incluir a prevenção do extremismo violento, afirmou seu fundador e ex-assistente social com jovens, Elliot Taylor.
A ThroughLine está em negociações com o The Christchurch Call, uma iniciativa para combater o ódio online criada após o pior ataque terrorista da Nova Zelândia em 2019. Segundo Taylor, o grupo anti-extremismo fornecerá orientações, enquanto a ThroughLine desenvolve o chatbot de intervenção.
“É algo que gostaríamos de avançar e fazer um trabalho melhor em termos de cobertura, para então poder dar um suporte melhor às plataformas”, disse Taylor em entrevista, acrescentando que nenhum prazo foi definido.
A OpenAI confirmou a relação com a ThroughLine, mas recusou-se a comentar mais. A Anthropic e o Google não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.













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