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No banco dos réus, YouTube diz que não vicia e que app privilegia qualidade

A ação se concentra nas acusações de uma mulher de 20 anos, identificada como Kaley G.M., que sofreu graves danos mentais por ter se tornado dependente das redes sociais quando era criança: depressão, ansiedade e transtornos de imagem corporal.

O YouTube não tenta “entrar no seu cérebro e reconfigurá-lo”, ressaltou Li. Ele mencionou comunicações internas de executivos da empresa que, segundo ele, mostravam a intenção de privilegiar a qualidade dos vídeos em detrimento de sua viralidade.

Os conteúdos se tornam populares na plataforma porque os usuários os recomendam, acrescentou, não por ação da empresa.

“Ela não é viciada em YouTube. Vocês podem ouvi-la com suas próprias palavras (…) ela disse que não, o médico dela disse, o pai dela disse”, assegurou Li.

“Não é dependência de redes sociais quando não se trata de uma rede social e não há dependência”, insistiu, questionando a classificação frequentemente aplicada ao YouTube.

TikTok e Snapchat deveriam inicialmente responder pelas mesmas acusações, mas preferiram chegar a um acordo amigável com a suposta vítima, por valores confidenciais.



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