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Teste põe músicas reais e de IA para trocar: dá para distinguir?

Quase metade dos entrevistados acredita que a IA pode guiá-los na descoberta de novas músicas. Mas eles se mostram mais pessimistas quanto às consequências da composição musical com essa tecnologia.

Cinquenta e um por cento deles acreditam que a IA levará ao surgimento de músicas “de qualidade inferior e mais genéricas” e quase dois terços (64%) pensam que essa técnica pode causar “uma perda de criatividade na produção musical”, enfatiza o estudo.

Esses resultados “demonstram claramente que as pessoas se importam com música e querem saber se estão ouvindo uma música criada por um humano ou por IA”, disse Alexis Lanternier, CEO da Deezer, em um comunicado.

A empresa francesa é atualmente a única plataforma de áudio que indica sistematicamente as faixas geradas inteiramente por IA por meio de uma mensagem aos usuários.

Em janeiro, a empresa relatou que uma em cada dez músicas reproduzidas em sua plataforma em um único dia era composta inteiramente por IA. Dez meses depois, esse número representa “34% de todas as músicas”, ou quase 40.000 por dia, segundo a empresa.

Apesar dessa tendência crescente, essas músicas representam atualmente uma parcela muito pequena do total de reproduções.



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