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por que donos de iPhones não farão um tão cedo

Parece inimaginável a gente pensar que uma dinâmica restritiva de uma companhia venha a comprometer a inovação em meios de pagamento e o alcance do pix por aproximação no Brasil, mas infelizmente essa é a realidade que nos acomete
Eduardo Lopes, Presidente da Zetta, associação que representa instituições financeiras de pagamento, durante audiência pública no Cade

Não é bem assim, mas tá quase lá

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Cobrar taxas consideradas abusivas levou a Apple a ser investigada pelo Cade. A denúncia partiu do Mercado Livre e depois da Meta (WhatsApp, Facebook e Instagram). Ambas reclamam que a dona do iPhone cobra uma taxa sobre produtos e serviços digitais comercializados por aplicativos baixados da App Store. Chega a 30% em alguns casos. O conselho apura se há aqui abuso de poder econômico.

As declarações de Lopes, também diretor do Nubank, foram extraídas de uma audiência pública realizada para tratar do assunto. Epic Games, do jogo Fortnite, e o Match Group, dona do Tinder, foram outras empresas a dar as caras para criticar o jeito da Apple de fazer negócios.

Agora, a história é outra. O Pix por aproximação é um caso de uma política pública bem-sucedida esbarrando no modelo de negócio de uma gigante.



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