Zuckerberg afirmou que, embora a Meta tivesse anteriormente metas relacionadas ao tempo que os usuários passavam no aplicativo, a empresa mudou sua abordagem. “Se você está tentando dizer que meu depoimento não foi preciso, discordo veementemente”, disse Zuckerberg.
Essa foi a primeira vez que o bilionário fundador do Facebook testemunhou em tribunal sobre o impacto do Instagram na saúde mental de usuários jovens.
Embora Zuckerberg já tenha testemunhado sobre o assunto perante o Congresso, as consequências são maiores no julgamento com júri em Los Angeles, Califórnia. A Meta pode ter que pagar indenizações se perder o caso, e o veredicto pode enfraquecer a longa estratégia de defesa jurídica das grandes empresas de tecnologia contra alegações de danos aos usuários.
O processo e outros semelhantes fazem parte de uma reação global contra as plataformas de redes sociais devido aos impactos na saúde mental infantil. A Austrália proibiu o acesso a plataformas de redes sociais para usuários menores de 16 anos, e outros países, incluindo a Espanha, estão considerando restrições semelhantes.
Nos EUA, a Flórida proibiu que empresas permitam o acesso de usuários menores de 14 anos. Associações do setor de tecnologia estão contestando a lei na justiça.
O caso envolve uma mulher da Califórnia que começou a usar o Instagram, da Meta, e o YouTube, do Google, ainda criança. Ela alega que as empresas buscavam lucrar viciando crianças em seus serviços, mesmo sabendo que as redes sociais poderiam prejudicar sua saúde mental. Ela alega que os aplicativos alimentaram sua depressão e pensamentos suicidas e busca responsabilizar as empresas.













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