Em suas conclusões preliminares, contesta as “funcionalidades viciantes” que “poderiam afetar o bem-estar físico e mental” de seus usuários, principalmente menores de idade, incitados a passar de um conteúdo a outro e a consultar seus celulares de maneira “compulsiva”, inclusive à noite.
Três funcionalidades, acusadas de serem muito “viciantes”, estão na mira:
- O “scrolling”, ou seja, encadeamento ininterrupto de conteúdos no seu aplicativo.
- A reprodução automática de vídeos.
- O envio repetido de notificações push (mensagens geradas mesmo quando o aplicativo não está sendo usado).
“É necessário que o TikTok aja e mude sua interface na Europa para proteger nossos menores”, incentivou a comissária europeia responsável pelos temas digitais, Henna Virkkunen.
Se não o fizer, a empresa poderá ficar sujeita a uma multa que pode alcançar até 6% do seu volume anual de negócios mundial.
Um responsável europeu disse que o TikTok reconhece os riscos viciantes de seu aplicativo e “avalia os riscos”, mas isto é insuficiente, segundo as leis europeias, acrescentou.












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