O piloto e o copiloto do avião da Air Canada que colidiu com um caminhão dos bombeiros após o pouso no aeroporto La Guardia, em Nova York, nos Estados Unidos, foram as únicas vítimas mortais do acidente. Mas, quem são?
Antoine Forest, de 30 anos, era o piloto da aeronave. Era natural do Quebec e tinha aprendido inglês para ter mais oportunidades no mundo da aviação.
“Ele pilotou o primeiro avião com 16 anos. Estava sempre fazendo cursos e voando”, contou a tia-avó de Antoine ao jornal Toronto Star, na segunda-feira.
Já o copiloto foi identificado como sendo Mackenzie Gunther. Tinha se formado em Tecnologia de Aviação, em 2023, de acordo com um comunicado divulgado pela instituição onde estudou. “São trágicas notícias para a nossa comunidade”, pode ler-se.
O avião da Air Canada, que fazia a ligação de Montereal para Nova York, transportava 72 passageiros e quatro tripulantes de cabine. Antoine Forest e Mackenzie Gunther foram as únicas vítimas mortais, no entanto, cerca de 40 pessoas foram transportados para o hospital com ferimentos – a maioria já teve alta.
“Eram dois jovens no início das suas carreiras. É uma tragédia absoluta”, referiu o responsável da Administração Federal de Aviação (FAA, sigla em inglês), durante uma coletiva de imprensa.
O momento da colisão
Nas redes sociais, foram compartilhados vídeos que mostram o momento em que a aeronave e o veículo dos bombeiros colidem.
Nas imagens, vê-se a aeronave CRJ-900 a fazer a aterragem enquanto o carro dos bombeiros atravessava a pista, tendo sido depois sido abalroado.
Divulgadas comunicações do avião: “Cometi um erro”
Foram ainda divulgadas as comunicações do avião da Air Canada no momento em que estava pousando.
No vídeo, pode ouvir-se o nervosismo e tensão sentida quando os controladores aéreos perceberam a presença de um caminhão junto da pista 4 do aeroporto LaGuardia, por volta das 23h30 de domingo.
“Caminhão 1 pare, caminhão 1 pare”, pode ouvir-se o homem repetindo.
Mais tarde, ouve-se indicações para que evitem a pista onde o acidente aconteceu, admitindo-se que se está passando por uma “urgência” e que aquilo que aconteceu “não foi bonito de se ver”.
“Sim, não foi bonito. Cometi um erro”, acaba admitindo o controlador aéreo, havendo outro que o tenta consolar afirmando que ele fez “o melhor que podia”.
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