“A Starlink ultrapassar a marca de 10.000 satélites ativos demonstra que um agente privado agora pode, sozinho, estruturar grande parte da atividade em órbita baixa”, disse à AFP Michel Friedling, ex-comandante espacial francês e cofundador da Look Up.
As megaconstelações comerciais desempenham “um papel central” no equilíbrio econômico e estratégico, e a capacidade de observar o que acontece em órbita é “uma importante questão de soberania”, acrescentou ele.
Esses números consolidados são baseados em dados processados pela Synapse, uma plataforma de rastreamento e análise do tráfego espacial desenvolvida pela Look Up.
A plataforma agrega diversas fontes públicas e proprietários de dados orbitais, incluindo os anúncios de lançamento da Starlink —excluindo satélites inativos — cruzados com as observações da Look Up.
A empresa está atualmente implantando uma rede global de radares para monitorar o tráfego espacial.
© Agence France-Presse











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