“As crianças estão acessando conteúdo adulto em idades cada vez mais precoces e essas plataformas precisam implementar medidas robustas, eficazes e que preservem a privacidade para manter os menores fora de seus serviços”, disse a chefe de tecnologia da UE, Henna Virkkunen, em um comunicado.
A Comissão Europeia, encarregada de fazer cumprir a lei, disse que as empresas não usaram metodologias objetivas e completas para avaliar os riscos para as crianças que acessam seus serviços.
Acusou Pornhub, de propriedade do grupo cipriota Aylo Freesites, Stripchat, uma subsidiária da Technius, do Chipre, o XNXX, de propriedade do grupo tcheco NKL Associates, e a XVideos, unidade do WebGroup da República Tcheca, de estarem mais preocupadas com suas reputações do que com os riscos sociais para os menores.
O órgão regulador também questionou a ferramenta de autodeclaração das empresas, que permite que os usuários acessem suas plataformas com um simples clique, confirmando que têm mais de 18 anos.
A Comissão afirmou que essa ferramenta e medidas como o desfoque de página e avisos de conteúdo não foram eficazes para impedir que crianças acessassem seus sites.
Segundo a Comissão, Pornhub, Stripchat, XNXX e XVideos precisam implementar medidas de verificação de idade que preservem a privacidade para proteger as crianças de conteúdo nocivo.












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