A pegada de carbono pode cair até 75% em relação à queima. Segundo o site IFL Science, a técnica gasta um sétimo da energia da cremação tradicional e evita a emissão de poluentes no ar.
O líquido restante é estéril e contém sais e aminoácidos. Essa solução pode ser descartada na rede de esgoto após tratamento ou usada como fertilizante, dependendo das regras locais.
O que aconteceu
A Escócia saiu na frente no Reino Unido e legalizou a cremação com água. Já Inglaterra e País de Gales ainda analisam regras para hidrólise e compostagem humana.
A operação prática deve demorar cerca de nove meses. A empresa Kindly Earth, detentora dos direitos dos equipamentos, aguarda licenças de construção e autorização das companhias de água locais.












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