As sonificações traduziram observações em raios X e multiespectrais desses três mundos externos em experiências auditivas imersivas. “Cronometradas para coincidir com o raro alinhamento de vários planetas brilhantes no céu noturno, a iniciativa continua o esforço mais amplo do Chandra de observar o universo além da visão”, segundo declaração da Nasa.
As sonificações expandem as opções para as pessoas explorarem o que os telescópios descobrem no espaço, um exemplo do compromisso contínuo da NASA em compartilhar seus dados da forma mais ampla possível Comunicado da Nasa
Como funciona
A sonificação é o processo de converter dados em som, mapeando brilho, posição e energia para tom, volume e escolha de instrumento. O processo começa com dados reais coletados pelo Chandra, que detecta radiação de alta energia produzida quando raios X solares são refletidos por planetas, luas e outros corpos no sistema solar. Essas observações são então combinadas com imagens de outros observatórios, incluindo o Telescópio Espacial Hubble e missões planetárias anteriores, para construir um retrato multiespectral mais completo.
Uma “linha de ativação” digital então varre a imagem. À medida que ela encontra auroras brilhantes, discos planetários ou anéis, os valores dos dados são traduzidos em som. Emissões de raios X mais brilhantes podem se tornar notas mais altas ou mais altas, enquanto a posição vertical pode alterar o tom e a colocação estéreo.
Os sons de cada planeta
Na sonificação de Júpiter, tons cintilantes e semelhantes a vento evocam as poderosas auroras de raios X do gigante planeta, enquanto notas mais profundas rolam por baixo como trovão distante, refletindo a turbulência de sua atmosfera listrada e camadas de nuvens.










Deixe um comentário