Oetken também proibiu Joanna Cohen, ex-engenheira da Palantir e agora funcionária da Percepta, de violar um acordo de confidencialidade que havia assinado com a Palantir. No entanto, o juiz negou, por ora, o pedido da Palantir para impedir que os réus violassem os acordos que assinaram, comprometendo-se a não competir com a empresa ou a aliciar seus clientes.
O parecer de Oetken, explicando seu raciocínio, foi mantido em sigilo. O juiz afirmou que publicaria uma versão editada após propostas de redação feitas pelos advogados de ambas as partes.
A Percepta pertence à empresa de capital de risco General Catalyst e foi apresentada publicamente em outubro.
A Palantir e a General Catalyst não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.
No processo, a Palantir afirma que, assim como seu próprio software baseado em IA, os serviços da Percepta são projetados para tornar empresas e agências governamentais mais eficientes, utilizando dados que elas já possuem.
Nos autos do processo, os réus afirmaram que a Percepta é uma empresa de consultoria e engenharia e, diferentemente da Palantir, não vende software nem fornece análises de dados.











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