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Instituto espacial francês paga R$ 30 mil para quem passar dez dias deitado

Os voluntários passarão por 20 dias de internação, incluindo 10 dias de repouso absoluto em uma cama inclinada a -6°. Essa posição é usada para simular os efeitos da microgravidade enfrentada por astronautas no espaço. Durante esse período, os voluntários também terão uma restrição alimentar de apenas 250 kcal por dia.

O objetivo é entender como o organismo reage a situações extremas que podem ocorrer em missões espaciais de longa duração. Imprevistos como falhas no sistema de suporte de vida ou escassez de alimentos são um deles. A pesquisa também deve gerar um banco de dados para comparar os efeitos do jejum combinado com a simulação de microgravidade com estudos anteriores.

Doze equipes científicas francesas vão acompanhar os voluntários. Essas equipes irão realizar avaliações neurológicas, musculares, ósseas, cardiovasculares, metabólicas e cognitivas, além de exames de sangue, urina, testes psicológicos e oftalmológicos.

A fase de seleção começa em fevereiro e inclui entrevistas e avaliação médica em Toulouse Os participantes serão acompanhados também após três meses para controle dos efeitos a longo prazo.



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