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IA do Google alucina e inventa parte do cérebro que não existe

Google alega que foi apenas um erro de digitação. Em blog post (em inglês), a empresa argumenta que “basilar ganglia” é um erro comum e que o Med-Gemini aprendeu baseado em dados de treino (portanto, presente em diagnósticos reais). Mesmo assim, finaliza a empresa em nota, o “relatório permanece inalterado”.

Blog post tenta mostrar as capacidades da IA comparada com diagnóstico feito por médicos. Ideia do estudo descrito é mostrar como a IA foi capaz de observar detalhes que um profissional humano não conseguiu.

O Med-Gemini é um sistema de IA que analisa exames de imagens e prontuários eletrônicos. Ele, por enquanto, é usado para testes controlados.

Uso de sistemas de IA preocupa classe médica. Em entrevista ao site The Verge, Maulin Shah, diretor médico da área de dados da rede de saúde Providence, classifica o uso de tais ferramentas para diagnóstico como “extremamente perigosa”.



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