“Falar com a máquina” deve virar uma tendência. Embora o comando já exista hoje, o executivo acredita que, no futuro, o usuário deve incorporar o hábito. “Vai ser muito mais essa capacidade de se acostumar a trabalhar com a máquina desta maneira. Muita gente ainda digita. Vai ser mais uma reeducação”, explicou.
Bloj afirmou que a companhia lançou um software que funciona como um assistente pessoal com características similares. “O que que ele faz? Ele te ajuda a usar a máquina. Então ele [software] sabe das tuas preferências. Por exemplo, se você no lugar de hoje for no teu notebook e falar para ele achar ‘aquele arquivo naquela pasta’, basta simplesmente falar para ele: ‘Eu preciso daquele arquivo que eu preparei para uma apresentação, para uma reunião’. Ele vai achar para você e vai saber como você gosta de preparar uma apresentação dessas.”
A maioria dos brasileiros diz que já usou inteligência artificial intencionalmente. Porém, ainda uma grande porcentagem de pessoas (48%) diz que não entende direito como funciona, segundo a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada no mês passado.
Levantamento aponta que 67,2% dos entrevistados já usaram intencionalmente alguma ferramenta ou aplicativo de IA. A pesquisa entende como aplicações assistentes de voz (como Siri, Alexa, Google Assistente), IA generativa para texto (ChatGPT, Gemini, etc), ferramentas de tradução, reconhecimento facial, entre outras.














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