Esforços graduais
Attal ressaltou que a medida também visa enfrentar “uma série de poderes que, por meio das plataformas, querem colonizar mentes”. “A França pode ser pioneira na Europa em um mês: podemos mudar a vida de nossos jovens e de nossas famílias e, talvez, também mudar o destino do nosso país em termos de independência”, afirmou.
O órgão francês de saúde pública afirmou neste mês que redes sociais como TikTok, Snapchat e Instagram têm numerosos efeitos prejudiciais sobre adolescentes — especialmente meninas — embora não sejam a única razão para a deterioração da saúde mental. Entre os riscos listados estão o cyberbullying e a exposição a conteúdo violento.
Para que o banimento se torne realidade, será necessário implementar um sistema eficaz de verificação de idade. Esforços nesse sentido estão em andamento no âmbito europeu.
Em 2018, a França já proibira crianças de usarem celulares nas escolas frequentadas por alunos entre 11 e 15 anos. Outros países europeus, incluindo a Alemanha, têm discutido o tema.
ht (AFP, Reuters, ots)














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