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EUA matam líder da Al-Qaeda ligado a morte de norte-americanos em 2025

O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) informou, no sábado, que realizou um ataque no noroeste da Síria na sexta-feira, como parte de uma série de ofensivas contra o Estado Islâmico, iniciadas após a morte de cidadãos norte-americanos.

“Bilal Hasan al-Jasim era um líder terrorista experiente que planejava ataques e estava diretamente ligado ao atirador do EI que matou e feriu militares norte-americanos e sírios no mês passado, em Palmira, na Síria”, explicou o comando em comunicado.

O almirante Brad Cooper, comandante do CENTCOM, afirmou que a morte demonstra “a determinação” dos Estados Unidos em “perseguir terroristas que atacam” as forças norte-americanas.

“Não existe lugar seguro para aqueles que executam, planejam ou inspiram ataques contra cidadãos norte-americanos e nossos combatentes. Nós os encontraremos”, acrescentou.

Sob a Operação Hawkeye Strike, forças dos Estados Unidos e aliados atingiram mais de 100 alvos de infraestrutura e armamentos do Estado Islâmico, utilizando mais de 200 munições de precisão.

De acordo com o comunicado, as forças norte-americanas capturaram “mais de 300 operativos do EI e mataram mais de 20 pessoas em toda a Síria no último ano, eliminando terroristas que representavam uma ameaça direta aos Estados Unidos e à segurança regional”.

Há uma semana, o comando anunciou a realização de uma segunda rodada de bombardeios contra “múltiplos alvos” do Estado Islâmico, em retaliação às mortes de três cidadãos norte-americanos.

Em 13 de dezembro do ano passado, três norte-americanos morreram e outros três ficaram feridos quando um atirador solitário do Estado Islâmico — posteriormente morto — invadiu uma reunião entre soldados e líderes locais.

Desde o retorno do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Casa Branca, há quase um ano, o país realizou ações militares em seis nações — Iêmen, Somália, Irã, Nigéria, Síria e Venezuela —, a maioria delas ataques aéreos com aviões ou drones contra alvos considerados estratégicos por Washington.

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