
Para ficar mais crível, a mensagem vem com dados corretos da vítima. Segundo a Kaspersky, dados como nome e número do CPF em golpes analisados correspondiam aos da pessoa. No mercado informal, são vendidos acessos a bases vazadas com dados pessoais de praticamente toda a população. Diferentemente de golpes antigos, os textos vêm mais convincentes pelo nível do português, geralmente elaborado com ajuda de inteligência artificial.
Números dos golpistas geralmente são contas recém-criadas no WhatsApp. Criminosos usam números pré-pagos ou mesmo utilizam a identidade da Receita Federal para tentar enganar.
Receita diz que mensagens são falsas e alerta a população. Em alerta no fim de janeiro, o órgão avisou sobre este golpe, só que chegando via email e prometendo cancelamento de passaporte e de contas bancárias, caso não houvesse pagamento. No exemplo, golpistas pediam transferência de R$ 124,60 para regularizar a situação.
Como evitar
Desconfie de mensagens com caráter de urgência. A Receita Federal não solicita informações pessoais por email ou mensagens de texto. Criminosos costumam usar senso de urgência para convencer as pessoas —logo, se algo parecer estranho, pesquise.









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