Pulsos do interior da Terra enfraquecem a crosta. Um estudo publicado na revista Nature Geoscience indicou que o processo é impulsionado por pulsos de material quente vindos do interior do planeta. A pesquisa revelou que o manto sob a região funciona como uma espécie de “coração geológico”.
Descobrimos que o manto sob Afar não é uniforme nem estacionário. Ele pulsa, e esses pulsos carregam assinaturas químicas distintas. Essas pulsações ascendentes de manto parcialmente derretido são canalizadas pelas placas em rifte acima delas. Isso é importante para entendermos como o interior da Terra interage com sua superfície. Emma Watts, pesquisadora da Universidade de Swansea e autora principal do estudo, em nota
Pesquisadores coletaram mais de 130 amostras de rochas vulcânicas na região para analisar a composição química do material. Os resultados revelaram padrões repetidos que indicam uma dinâmica organizada dentro do manto terrestre.
As faixas químicas sugerem que a pluma pulsa, como um batimento cardíaco. Esses pulsos se comportam de forma diferente dependendo da espessura da placa e de como ela se move. Em riftes que se expandem mais rapidamente, como o do Mar Vermelho, as pulsações se propagam de maneira mais eficiente e regular, como o sangue fluindo por uma artéria estreita. Tom Gernon, professor da Universidade de Southampton












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