[Soberania] É ir da aplicação de ar a você fabricar o chip, não dependendo de ninguém. Você tem o domínio absoluto do processo fim a fim.
Marcelo Zuffo
As PocketFab são fábricas menores, portáteis e replicáveis, capazes de serem instaladas em diferentes regiões e de atender demandas locais com flexibilidade.
O projeto-piloto funcionará foi lançado em janeiro e funcionará no campus da USP no Butantã, em uma área de quase 150 metros quadrados, ao custo de R$ 89 milhões, o maior investimento que a USP já fez em uma iniciativa.
Para Zuffo, o projeto é um degrau para que o país comece a subir a escada da indústria de semicondutores.
Uma dessas unidades pode produzir até 6 milhões de chips por ano, estima o professor. Tudo ao custo de cerca de US$ 10 por chip.
Outra das características das fábricas é sua replicabilidade de maneira flexível, a se adequar às necessidades de uma demanda local, diz Zuffo. Uma fábrica custará US$ 15 milhões, mas versões menores podem começar em US$ 1,5 milhão. O modelo também é escalável: se a demanda aumentar, basta duplicar o número de máquinas.










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