Essa desativação limitada provocou indignação no governo do Reino Unido, um dos principais críticos de Elon Musk.
Um porta-voz do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, denunciou a medida da plataforma, afirmando que ela “simplesmente transforma um recurso que permite a criação de imagens ilegais em um serviço premium”, o que ele chamou de “um insulto às vítimas de misoginia e violência sexual”.
Em Bruxelas, a Comissão Europeia “tomou conhecimento das últimas alterações”, mas as considerou insuficientes.
“Com ou sem assinatura paga, isso não muda nosso problema fundamental: simplesmente não queremos ver essas imagens”, declarou Thomas Régnier, porta-voz da Comissão Europeia para Assuntos Digitais.
“O que pedimos às plataformas é que garantam que seu design e sistemas não permitam a geração desse conteúdo ilegal”, acrescentou.
Bruxelas anunciou na quinta-feira a imposição de uma medida cautelar ao X após o escândalo relacionado às imagens sexualmente explícitas de menores geradas pelo Grok.












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