A Indonésia, no sábado, e a Malásia, no domingo, suspenderam o acesso a esse assistente.
Após as críticas, o Grok desativou na sexta-feira sua função de criação de imagens para usuários não assinantes.
Um porta-voz do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que tal medida “simplesmente transforma uma função que permite a criação de imagens ilegais em um serviço premium” e constitui “um insulto às vítimas de misoginia e violência sexual”.
A Ofcom informou nesta segunda-feira que, na semana passada, solicitou explicações ao X, acrescentando que a rede social “respondeu dentro do prazo estipulado”.
A investigação deverá “determinar se o X violou suas obrigações legais”, que lhe impõem, entre outras coisas, “avaliar o risco de que pessoas acessem conteúdos ilegais no Reino Unido”.
A medida também busca “eliminar os conteúdos ilegais” e “avaliar os riscos que representam para as crianças britânicas”.












Deixe um comentário