O lançamento ocorre em um momento crítico para o Snap, cujo negócio de publicidade está sob pressão de rivais maiores. Um investidor ativista também exigiu que a empresa desmembre ou encerre a unidade Specs, que consome muito caixa, após um investimento de mais de US$3,5 bilhões.
A crescente preocupação com o impacto dos smartphones na saúde mental e os avanços na inteligência artificial deram origem a uma onda de produtos que visam destronar os telefones como o principal dispositivo do dia a dia.
Entre os mais bem-sucedidos estão os óculos inteligentes Ray-Ban da Meta, cujo modelo topo de linha possui apenas uma pequena tela para texto e instruções de navegação e não conta com realidade aumentada completa — tecnologia que sobrepõe conteúdo digital à visão do usuário no mundo real.
Para superar os concorrentes, a Snap tornou os Specs muito mais leves que os Vision Pro e mais capazes que os óculos da Meta, que foram desenvolvidos em parceria com a EssilorLuxottica e pesam aproximadamente metade do peso dos Specs.
Inicialmente disponíveis na cor preta, os Specs se assemelham a um par de óculos de Sol retrô robustos, com armação grossa, e não necessitam de bateria externa ou acessórios, como um controle por gestos.
Por meio de suas lentes de realidade aumentada, eles podem sobrepor conteúdo digital à visão do mundo real do usuário, projetando direções para pedestres nas ruas, buscando respostas com inteligência artificial durante a tarefa ou permitindo que transmitam conteúdo e abram um quadro branco virtual.














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