*O Fable 5 vem com “travas” extras: perguntas ligadas a cibersegurança, biologia e química podem ser bloqueadas ou redirecionadas para o Claude Opus 4.8, um modelo menos potente e apresentado como mais seguro.
*Segundo a Anthropic, menos de 5% das sessões acionam esse redirecionamento; em testes citados pela empresa, 95% das conversas ficam inteiramente no Fable 5.
*Em paralelo, a Anthropic também está liberando o Claude Mythos 5 (com menos restrições) para um grupo limitado de organizações via Projeto Glasswing, incluindo parceiros de cibersegurança e colaboração com o governo dos EUA.
*A empresa diz que vem ampliando esse grupo: o NYT relata que a versão inicial do Mythos foi compartilhada com cerca de 40 organizações de infraestrutura crítica e que a Anthropic planeja expandir o acesso; o Guardian afirma que o programa já reúne cerca de 200 organizações em mais de 15 países.
*O Fable 5 chega mais caro: custa US$ 10 por milhão de tokens de entrada e US$ 50 por milhão de tokens de saída – aproximadamente o dobro do Opus 4.8. Tokens são “pedaços de texto” usados para medir e cobrar o uso da IA.
*Benchmarks citados nas reportagens e por empresas do setor colocam o Fable 5 no topo em desempenho geral e, especialmente, em programação e matemática; o NYT cita testes da Vals AI com ligeira vantagem de 5% sobre o Opus 4.8, e a Anthropic relata caso de uso da empresa Stripe de uma migração grande de código que duraria 2 meses feita em um dia.












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