A maioria das instituições econômicas, incluindo o Banco Central Europeu, afirma que a IA teve, até o momento, apenas efeitos menores sobre o emprego.
Embora a tecnologia de IA esteja em pleno auge, Houngbo destacou que “o futuro do trabalho não será determinado unicamente pela tecnologia, mas pelas políticas, instituições e pelo diálogo social que a orientem”.
Por isso, ressaltou que “as decisões que tomarmos hoje determinarão se a IA ampliará as oportunidades e a prosperidade compartilhada ou se aprofundará a desigualdade e a insegurança”.
Entre as opções disponíveis estão investir em competências, reforçar a proteção trabalhista e social, apoiar as micro, pequenas e médias empresas, e respeitar os princípios e os direitos fundamentais no trabalho, indicou.
“Em última instância, trata-se de uma eleição social e política sobre o futuro que queremos”, afirmou Houngbo.
A OIT é única no sistema das Nações Unidas, já que seus 187 Estados-membros estão representados de maneira equitativa por governos, empregadores e trabalhadores.












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