Em 25 de fevereiro, militares dos EUA derrubaram por engano um drone do governo do país com um sistema baseado em laser. Isso levou a FAA a expandir uma área de proibição de voos ao redor de Fort Hancock, no Texas.
O vice-secretário de transportes dos EUA, Steve Bradbury, disse à Reuters nesta sexta-feira que o teste é necessário para que a FAA possa “se sentir confortável com as limitações (do sistema de laser), como ele pode ser ajustado, como pode ser controlado”, disse Bradbury.
O vice-secretário disse que a FAA está determinada a desenvolver uma estrutura para que possa ter certeza de que o espaço aéreo é seguro com o sistema em uso.
“Se não tivermos isso, precisaremos fechar o espaço aéreo ou, pelo menos, restringir o espaço aéreo conforme necessário”, disse Bradbury, afirmando que estavam trabalhando rapidamente para concluir a análise de segurança. “Eles têm um trabalho extremamente importante a fazer e nós temos um trabalho extremamente importante a fazer e precisamos nos coordenar para que ambos os trabalhos sejam realizados.”
Os parlamentares disseram na quarta-feira, após uma reunião secreta, que os incidentes mostraram a necessidade de uma coordenação significativamente melhor.
“Está claro que houve desafios reais em termos de operacionalização da tecnologia contra drones”, disse o presidente do Comitê de Comércio do Senado, Ted Cruz.












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