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Ataque do Irã nos Emirados Árabes deixa 3 mortos e 94 feridos

Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos informou que foram detectados mais sete mísseis balísticos sobre o espaço aéreo do país nas últimas 24 horas. Seis deles foram interceptados, enquanto o sétimo atingiu o território emiradense.

Além disso, foram registrados 131 drones lançados pelo Irã, dos quais 125 foram neutralizados, acrescentou o ministério.

“Desde o início da flagrante agressão iraniana, foram detectados 196 mísseis balísticos, dos quais 181 foram destruídos, 13 caíram no mar e dois atingiram o território dos Emirados Árabes Unidos. Também foram detectados 1.072 drones iranianos, sendo que 1.001 foram interceptados, enquanto outros 71 atingiram o território dos Emirados. Também foram detectados e destruídos oito mísseis de cruzeiro”, afirmou o comunicado.

Segundo o ministério, entre os mortos e feridos há pessoas de diversas nacionalidades, incluindo egípcios, etíopes, emiradenses, filipinos, paquistaneses, iranianos, indianos, bengalis, cingaleses, azeris, iemenitas, ugandeses, turcos, libaneses e eritreus, entre outros.

O Ministério da Defesa dos Emirados declarou estar “totalmente preparado e disposto a enfrentar qualquer ameaça e responder firmemente a tudo o que tenha como objetivo abalar a segurança do Estado, garantindo a preservação de sua soberania, segurança e estabilidade, além de proteger seus interesses e capacidades nacionais”.

Os Estados Unidos e Israel lançaram em 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irã, durante o qual foi morto o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.

Atualmente, o país é liderado pelo Conselho de Liderança Iraniano.

Após os ataques, o Irã fechou o Estreito de Ormuz e lançou ofensivas de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região, como Arábia Saudita, Bahrein, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.

Também foram registrados incidentes envolvendo projéteis iranianos em Chipre e na Turquia.

Desde o início do conflito, mais de mil pessoas já morreram, a maioria delas iranianas.

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