“Com o martírio do líder supremo, seu caminho e sua missão não serão perdidos nem esquecidos; pelo contrário, serão continuados com mais vigor e dedicação”, declarou um apresentador da televisão estatal.
Os Guardas da Revolução iranianos, tropa de elite do aiatolá, prometeram uma “punição severa” aos “assassinos” do líder supremo, cuja morte havia sido confirmada anteriormente pela televisão estatal.
Em um comunicado, os Guardas condenaram “os atos criminosos e terroristas cometidos pelos governos malignos dos Estados Unidos e do regime sionista”, acrescentando: “a mão vingadora da nação iraniana não os deixará em paz até impor aos assassinos do imã da Ummah um castigo severo e decisivo, do qual se arrependerão”.
Enquanto isso, uma nova série de fortes explosões foi ouvida hoje em Teerã, por volta das 5h30 no horário local (2h00 GMT), depois que explosões anteriores atingiram bairros no leste da capital iraniana.
Um apresentador da televisão estatal iraniana anunciou hoje, às 5h00 no horário local (1h30 GMT), em lágrimas, a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo da República Islâmica do Irã, que estava no poder havia 36 anos.
A televisão iraniana não especificou em que circunstâncias Ali Khamenei morreu aos 86 anos, nem mencionou os ataques israelenses e americanos de sábado contra sua residência em Teerã. Fotos e imagens de arquivo estão sendo exibidas com uma faixa preta na tela em sinal de luto.
O presidente norte-americano, Donald Trump, já havia anunciado a morte do líder supremo iraniano, dizendo que oferece à população iraniana a chance de recuperar o país. “Esta é a maior oportunidade para o povo iraniano recuperar seu país”, afirmou.
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