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Incêndio deflagra em hotel de luxo em Dubai durante ataque de mísseis

Um incêndio começou neste sábado no hotel de luxo Fairmont The Palm, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, depois que, supostamente, destroços caíram durante um ataque com mísseis iranianos.

Nas redes sociais, circulam várias imagens e vídeos que mostram a dimensão do incêndio, assim como nuvens de fumaça na parte externa do edifício.

De acordo com publicações internacionais, há pelo menos quatro feridos.

Vale lembrar que os Estados Unidos e Israel lançaram neste sábado um “ataque preventivo” contra o Irã para “eliminar ameaças”. Teerã respondeu com contra-ataques a bases militares norte-americanas localizadas no Catar e nos Emirados Árabes Unidos.

O discurso de Donald Trump

O presidente Donald Trump anunciou que os Estados Unidos lançaram grandes operações militares contra o Irã e pediu ao povo iraniano que tomasse o poder, em uma mensagem em vídeo publicada na plataforma social de sua propriedade.

Trump declarou aos iranianos que a hora da liberdade estava próxima e pediu que assumissem o controle do país assim que a operação terminasse.

Aos cidadãos norte-americanos, admitiu que heróis poderiam perder a vida e que poderiam ocorrer baixas.

O Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, batizou a operação de “Fúria Épica”.

Ataque de Israel e EUA é operação contra “ameaça existencial”

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, classificou hoje o ataque ao Irã como uma operação contra a “ameaça existencial” iraniana.

O “regime assassino” da República Islâmica do Irã não deve, em nenhuma circunstância, ser autorizado a ter armas nucleares, declarou Netanyahu, após anunciar o ataque conjunto entre Israel e Estados Unidos contra o Irã. Mais tarde, já no fim da noite, Netanyahu voltou a falar, dizendo que havia “sinais” de que o líder supremo do Irã estava morto. Uma fonte israelense próxima às operações afirmou o mesmo à agência de notícias Reuters, indicando que o corpo já teria sido encontrado.

Posteriormente, agências de notícias iranianas ligadas ao governo desmentiram a informação, afirmando que o líder supremo do Irã estava vivo, “inabalável” e “comandando” as operações diretamente do local.

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