Os órgãos disseram que testes realizados por equipes técnicas indicaram a persistência de falhas na ferramenta e que o X não havia fornecido evidências concretas para aferir a efetividade de medidas de mitigação. As autoridades advertiram a empresa de que o descumprimento poderia levar a ações mais severas, como multas e abertura de ações judiciais.
Na resposta enviada à ANPD, o X afirmou que a nota técnica que embasou as medidas preventivas não forneceu informações mínimas e essenciais para se verificar qual teria sido a modalidade do Grok utilizada para fins de se chegar a esses resultados, os prompts específicos e nem mesmo os resultados gerados com as características indicadas.
O X também disse que o domínio grokimagine.ai não pertence, não é administrado e não guarda qualquer relação” com o serviço Grok oferecido pelo X.
A empresa diz não ser possível afirmar que os testes das autoridades teriam usado tal plataforma devido à falta de informações fornecidas pelos órgãos, mas destacou que o mesmo domínio é mencionado em uma nota técnica sobre testes iniciais divulgada em janeiro, o que de fato consta de documento público consultado pela Reuters.
O X pediu a suspensão imediata das medidas preventivas caso seja confirmado que as imagens dos testes foram geradas no domínio que não pertence à empresa. Segundo a companhia, o Grok opera nos domínios Grok.com e dentro dos endereços da rede social X.
A ANPD e o MPF não responderam de imediato a pedidos de comentário.













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