No laboratório, o material passa por um processo de purificação e multiplicação até se transformar em um perfil genético, comparado por especialistas a um “código de barras” individual.
“Esses cartuchos aceitam diferentes tipos de amostras, como swab bucal, tecido ou lascas de osso, e podem gerar um perfil genético em até 90 minutos”, explica Cinthia Moysés, gerente de cientistas de aplicações de campo, na Identificação Humana da Thermo Fisher Scientific.
O cruzamento com o banco nacional de DNA
O perfil genético obtido é cruzado com o Banco Nacional de Perfis Genéticos, criado em 2013 e que já reúne mais de 270 mil registros. Condenados por crimes graves são obrigados a ter o DNA cadastrado.
Esse sistema já ajudou a solucionar mais de 7.600 casos em todo o país.
“O DNA produz uma prova material genética robusta”, afirma Beatriz Figueiredo, coordenadora-geral de Modernização Tecnológica do Ministério da Justiça e Segurança Pública.












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