‘Há quem defenda que o Brasil apenas importe tecnologia’, diz diretor do MCTI
O PBIA (Plano Brasileiro de Inteligência Artificial) mira alto, mas trabalha com um horizonte curto: são pouco mais de quatro anos de ações e metas para inserir o Brasil no mapa da tecnologia das máquinas inteligentes.
Valadares explica que o prazo enxuto do plano reflete o cenário real de recursos disponíveis no atual ciclo de governo. Garantir continuidade, diz, depende de gestões futuras manterem o tema como prioridade.
A partir do momento que a gente lança o plano já é um passo adiante, já é o Brasil olhando assim e falando, ‘olha, a gente quer participar desse jogo, de acordo com o que cabe a nossa economia, de acordo com o que cabe dentro do nosso potencial de formação de pessoas’. Mas lembrando o seguinte: o Brasil é a décima economia do mundo, estamos dentro de um jogo global de tecnologia, temos um ecossistema de formação de pessoas muito importante, formamos excelentes mestres, doutores, e temos muitas boas universidades no Brasil, programas de pós-graduação pungentes e relevantes. A gente entra nesse jogo pra disputar onde nos cabe.
Hugo Valadares
DEU TILT
Toda semana, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes conversam sobre as tecnologias que movimentam os humanos por trás das máquinas. O programa é publicado às terças-feiras no YouTube do UOL e nas plataformas de áudio. Assista ao episódio da semana completo.














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