“A maioria dos países ainda está operando muito aquém do que os sistemas de IA atuais tornam possível”, afirmou a empresa em um comunicado compartilhado com a Reuters.
A OpenAI deu início à iniciativa internacional no ano passado e nomeou o ex-ministro das Finanças britânico George Osborne para supervisionar o projeto em dezembro. Osborne e Chris Lehane, diretor de assuntos globais da OpenAI, estão apresentando o projeto a autoridades governamentais esta semana em Davos.
A iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla que ajudou a consolidar a OpenAI, criadora do ChatGPT, na vanguarda do auge da IA. A empresa avaliada recentemente em US$500 bilhões está explorando uma oferta pública que pode chegar a US$1 trilhão.
Onze países aderiram à OpenAI for Countries. Cada acordo é estruturado de maneira diferente.
A Estônia, por exemplo, está incorporando a ferramenta educacional da OpenAI, ChatGPT Edu, em escolas secundárias de todo o país. Na Noruega e nos Emirados Árabes Unidos, a OpenAI está trabalhando com outras empresas para construir centros de dados e se tornar seu primeiro cliente.
Na quarta-feira, os executivos da OpenAI disseram que esperavam trabalhar com governos em outras áreas, como planejamento de desastres. Na Coreia do Sul, a OpenAI está explorando um acordo com a autoridade governamental responsável pelos recursos hídricos para construir um sistema de alerta e defesa em tempo real contra desastres hídricos causados pelas mudanças climáticas.













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